História do pilates

O criador do método Pilates, Joseph Pilates, nasceu na Alemanha em 1883. Ele tinha asma, raquitismo e febre reumática e, por causa das influências dos pais — um ginasta e uma naturalista —, acreditava que com exercícios e respiração poderia resolver seus problemas de saúde.

Ele passou a se exercitar ao ar livre e a estudar a própria anatomia, criando uma rotina de exercícios e respiração.

Mudou-se para a Inglaterra em 1912 e foi boxeador profissional, artista de circo e treinou a Scotland Yard em defesa pessoal. Dois anos depois, a Primeira Guerra Mundial começou e, junto de outros cidadãos alemães, Pilates foi preso pelas autoridades britânicas.

O método Pilates ganhou forma na prisão. Joseph continuou a realizar estes exercícios na cadeia, e incentivava os colegas de prisão a se exercitar também. Ele tirou molas das camas para que aqueles que estavam muito debilitados para levantar pudessem se exercitar com as molas presas ao pé e à cabeceira da cama.

Os primeiros equipamentos de Pilates surgiram neste momento e anos mais tarde, as molas seriam parte importante da criação do cadillac e do reformer.

Depois da guerra, Joseph voltou para a Alemanha, onde ficou até 1926. Foi neste ano que ele se mudou para os Estados Unidos e conheceu sua terceira e última esposa, com quem abriu o primeiro estúdio de pilates em Nova Iorque.

Devido a localização do estúdio, próximo aos teatros da Broadway, Pilates ficou conhecido por dançarinos e atores, que procuravam força e melhora da postura, além de reabilitação quando se machucavam.

A partir da década de 1960, o método começou a ficar conhecido também fora de Nova Iorque, popularizando a prática.

Joseph Pilates morreu aos 83 anos de idade, em 1967, e seus alunos levaram o método adiante. Por isso, hoje ele é um dos tipos mais populares de exercício físico ligados à saúde.

 

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